Rio - Há 36 anos, eu morava em Vitória. Havia ali uma comunidade monástica ecumênica, que congrega protestantes e católicos. O mais jovem, Henri, tinha 24 anos. Como quase todo europeu que pisa pela primeira vez em nosso país, estava fascinado com o Brasil. Levei-o a Minas e apresentei-o a amigos, entre os quais Cláudia, 34 anos, recém-divorciada, mãe de um menino.
Henri ficou tocado por ela. Chegou mesmo a se declarar. A sedução, entretanto, não foi recíproca. Cláudia considerou-o um homem inteligente, bonito, mas não quis ver o jovem monge largar o hábito para iniciar um relacionamento após um encontro fortuito. Leia mais
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