segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Confira partes da entrevista cedida por Benedito Nunes em 2000 a Marcos Nobre e José Marcio Rego
Além de filósofo de reconhecimento internacional, estudioso de estética e um dos principais intérpretes do pensamento do filósofo alemão Martin Heidegger (sobre quem escreveu “Passagem para o Poético”, de 1992), Benedito Nunes foi também um dos grandes críticos literários do Brasil. Autor de estudos inovadores sobre importantes nomes do Modernismo, como Oswald de Andrade e João Cabral de Melo Neto, pude comprovar, na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de 2005, o respeito que o alto mundo literário lhe devotava. Aquela edição da Flip prestou tributo à escritora Clarice Lispector. Nunes dedicou a ela seu primeiro livro, “O Mundo de Clarice Lispector”, de 1966, complementado em seguida pelo ensaio “O Drama da Linguagem” (1973, 1989). Como um dos principais palestrantes sobre a obra da autora de “A Paixão Segundo G.H.”, não pude deixar de compartilhar o orgulho de ser paraense ao ver todo o auditório levantar e aplaudir o mestre Benedito, logo após sua exposição. Leia mais
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Frei Betto: Nunca é tarde para amar
Rio - Há 36 anos, eu morava em Vitória. Havia ali uma comunidade monástica ecumênica, que congrega protestantes e católicos. O mais jovem, Henri, tinha 24 anos. Como quase todo europeu que pisa pela primeira vez em nosso país, estava fascinado com o Brasil. Levei-o a Minas e apresentei-o a amigos, entre os quais Cláudia, 34 anos, recém-divorciada, mãe de um menino.
Henri ficou tocado por ela. Chegou mesmo a se declarar. A sedução, entretanto, não foi recíproca. Cláudia considerou-o um homem inteligente, bonito, mas não quis ver o jovem monge largar o hábito para iniciar um relacionamento após um encontro fortuito. Leia mais
Henri ficou tocado por ela. Chegou mesmo a se declarar. A sedução, entretanto, não foi recíproca. Cláudia considerou-o um homem inteligente, bonito, mas não quis ver o jovem monge largar o hábito para iniciar um relacionamento após um encontro fortuito. Leia mais
O fofoqueiro
O que é um fofoqueiro? Fofoqueiro é um covarde de duas caras que nunca olha de frente para a pessoa que ele está tentando assassinar através de suas palavras. O fofoqueiro é uma pessoa cruel porque espalha mentiras e meias verdades, usando expressões como “o que dizem por aí é que...”, sem qualquer comprovação. O fofoqueiro pode ser um membro de igreja, estar presente em qualquer círculo social ou até mesmo ser encontrado entre os círculos mais íntimos de amigos e familiares. O fofoqueiro destrói amizades, divide igrejas e devasta lares.
Qualquer líder, seja de uma igreja, uma empresa ou comunidade, tem alguém fingindo ser leal. Davi teve Absalão, que morreu pendurado numa árvore. Jesus teve Judas, que se enforcou. Paulo teve Demas, que amou mais o mundo e abandonou o apóstolo. Deus teve Satanás, o traidor que estava próximo de Deus.
Realmente, fofoca e difamação são instrumentos de Satanás, os quais ele tem usado ultimamente no afã de dividir o povo de Deus. Satanás sabe que o estímulo ao conflito entre os irmãos fará com que nos mantenhamos ocupados com as lutas entre nós e esqueçamos de guerrear contra ele.
A Bíblia nos adverte claramente sobre o envolvimento com fofocas: "O mexeriqueiro revela o segredo, portanto não te metas com quem muito abre seus lábios" (Pv 20:19). Deus advertiu o povo de Israel da seguinte maneira: “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo; não te porás contra o sangue do teu próximo. Eu sou o Senhor. Não aborrecerás a teu irmão no teu coração [...] mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor”(Lv 19:16-18). E no Salmo 101:5, Deus diz: “Aquele que difama o seu próximo às escondidas, eu o destruirei”. Deus é de opinião que pessoas fofoqueiras não o reconhecem, estando entregues aos seus pensamentos corrompidos. Ele equipara pessoas difamadoras com aqueles que não merecem confiança, como assassinos e aborrecedores de Deus.
O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo adverte: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem”(Ef 4:29).
Jesus solenemente nos avisou de que as pessoas darão conta por cada palavra frívola que pronunciamos - “Mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no Dia do Juízo”(Mt 12:36). Porque as palavras que as pessoas pronunciam são uma medida padrão de sua vida, elas formarão uma base para a condenação ou absolvição. Quão grande será a condenação para os “fariseus” destes últimos dias pelas palavras vis e desdenhosas que falam contra aqueles que defendem com sinceridade o Evangelho do Senhor. “Porque por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado”(Mt 13:37).
Frequentemente, não levamos a sério a ordem de Deus para controlar nossa língua. O escritor da epistolo de Tiago, inspirado pelo Espírito Santo, exorta: "Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã" (Tiago 1:26). É pelo uso da língua que o homem “tropeça em palavras”- “... Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo”(Tiago 3:3). “Tropeçar em palavras” pode significar cometer erros com o mal uso da língua, falta de auto-controle, ou temperança. Esta é a causa pela qual muitos “crentes” estão com suas vidas “enroladas”. Poderiam ter usado a língua para falar com Deus, em oração, em gratidão e em intercessão pelo seu próximo, mas, preferiram usá-la como juizes, e tropeçaram. O Apostolo Pedro adverte: “Porque quem quer amar a vida, e ver os dias bons, refreie a sua língua do mal, e os seus lábios não falem engano”(1Pe 3:10). Como você está usando sua língua? Se você é um crente fiel, então você tem o poder do auto-controle sobre sua língua, porque uma das virtudes do Fruto do Espírito é temperança(Gl 5:22).
Portanto, os danos que um fofoqueiro pode causar são imensuráveis em termos de reputações destruídas e corações despedaçados. Então, não espalhe fofocas sobre outras pessoas, principalmente na Web, como, infelizmente, temos observado na blogosfera evangélica. Ao contrário, proclame o poder salvador do sangue de Jesus, seu poder curador e a esperança que sua presença traz às nossas vidas.
“Estas seis coisas aborrece o SENHOR, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, e língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente, e coração que maquina pensamentos viciosos, e pés que se apressam a correr para o mal, e testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos”(Pv 6:16-19).
Por: Luciano de Paula Lourenço
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Qualquer líder, seja de uma igreja, uma empresa ou comunidade, tem alguém fingindo ser leal. Davi teve Absalão, que morreu pendurado numa árvore. Jesus teve Judas, que se enforcou. Paulo teve Demas, que amou mais o mundo e abandonou o apóstolo. Deus teve Satanás, o traidor que estava próximo de Deus.
Realmente, fofoca e difamação são instrumentos de Satanás, os quais ele tem usado ultimamente no afã de dividir o povo de Deus. Satanás sabe que o estímulo ao conflito entre os irmãos fará com que nos mantenhamos ocupados com as lutas entre nós e esqueçamos de guerrear contra ele.
A Bíblia nos adverte claramente sobre o envolvimento com fofocas: "O mexeriqueiro revela o segredo, portanto não te metas com quem muito abre seus lábios" (Pv 20:19). Deus advertiu o povo de Israel da seguinte maneira: “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo; não te porás contra o sangue do teu próximo. Eu sou o Senhor. Não aborrecerás a teu irmão no teu coração [...] mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor”(Lv 19:16-18). E no Salmo 101:5, Deus diz: “Aquele que difama o seu próximo às escondidas, eu o destruirei”. Deus é de opinião que pessoas fofoqueiras não o reconhecem, estando entregues aos seus pensamentos corrompidos. Ele equipara pessoas difamadoras com aqueles que não merecem confiança, como assassinos e aborrecedores de Deus.
O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo adverte: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem”(Ef 4:29).
Jesus solenemente nos avisou de que as pessoas darão conta por cada palavra frívola que pronunciamos - “Mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no Dia do Juízo”(Mt 12:36). Porque as palavras que as pessoas pronunciam são uma medida padrão de sua vida, elas formarão uma base para a condenação ou absolvição. Quão grande será a condenação para os “fariseus” destes últimos dias pelas palavras vis e desdenhosas que falam contra aqueles que defendem com sinceridade o Evangelho do Senhor. “Porque por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado”(Mt 13:37).
Frequentemente, não levamos a sério a ordem de Deus para controlar nossa língua. O escritor da epistolo de Tiago, inspirado pelo Espírito Santo, exorta: "Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã" (Tiago 1:26). É pelo uso da língua que o homem “tropeça em palavras”- “... Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo”(Tiago 3:3). “Tropeçar em palavras” pode significar cometer erros com o mal uso da língua, falta de auto-controle, ou temperança. Esta é a causa pela qual muitos “crentes” estão com suas vidas “enroladas”. Poderiam ter usado a língua para falar com Deus, em oração, em gratidão e em intercessão pelo seu próximo, mas, preferiram usá-la como juizes, e tropeçaram. O Apostolo Pedro adverte: “Porque quem quer amar a vida, e ver os dias bons, refreie a sua língua do mal, e os seus lábios não falem engano”(1Pe 3:10). Como você está usando sua língua? Se você é um crente fiel, então você tem o poder do auto-controle sobre sua língua, porque uma das virtudes do Fruto do Espírito é temperança(Gl 5:22).
Portanto, os danos que um fofoqueiro pode causar são imensuráveis em termos de reputações destruídas e corações despedaçados. Então, não espalhe fofocas sobre outras pessoas, principalmente na Web, como, infelizmente, temos observado na blogosfera evangélica. Ao contrário, proclame o poder salvador do sangue de Jesus, seu poder curador e a esperança que sua presença traz às nossas vidas.
“Estas seis coisas aborrece o SENHOR, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, e língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente, e coração que maquina pensamentos viciosos, e pés que se apressam a correr para o mal, e testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos”(Pv 6:16-19).
Por: Luciano de Paula Lourenço
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Intolerância religiosa contra wiccanos
A intolerância religiosa há muito faz parte da história da Wicca, e seu episódio mais famoso foi a "Santa" Inquisição. Ela foi inicialmente instituída para combater os chamados "hereges": grupos religiosos que praticavam a adoração às divindades pagãs, bem como seus sincretismos e rituais agrários, que nada mais eram que saberes populares passados de geração a geração, sem nenhum contesto religioso. Durante a Inquisição, milhares de bruxas, bruxos e paganus foram torturados e mortos. Nós, wiccanos, somos herdeiros espirituais destes que foram assassinados em nome de uma divindade que pregava o "Amor". Leia mais
sábado, 19 de fevereiro de 2011
A Caminho da Luz
Meus amigos, que Deus vos conceda paz.
É-me grata a vossa palestra a respeito dos nossos trabalhos. Esperamos e supliquemos a bênção do Alto para o nosso esforço. Dando seguimento aos nossos estudos, procuremos esforçar-nos por mostrar a verdadeira posição do Evangelho do Cristo, tanta vez incompreendida aí no mundo, em face das religiões e das filosofias terrenas.
Não deverá ser este um trabalho histórico. A história do mundo está compilada e feita. Nossa contribuição será à tese religiosa, elucidando a influência sagrada da fé e o ascendente espiritual, no curso de todas as civilizações terrestres. O livro do irmão Humberto foi à revelação da missão coletiva de um país; nosso esforço consistirá, tão somente, em apontamentos à margem da tarefa de grandes missionários do mundo e de povos que já desapareceram, esclarecendo a grandeza e a misericórdia do Divino Mestre. Vamos esperar os dias próximos, quando tentaremos realizar nossos planos humildes de trabalho. Que Deus vos conceda a toda tranqüilidade e saúde, e a nós as possibilidades necessárias. Muito vos agradeço o concurso de cada um no esforço geral. Trabalhemos na grande colméia da evolução, sem outra preocupação que não seja a de bem servir. Àquele que, das Alturas, sabe de todas as nossas lutas e lágrimas. Confiemos nEle. Do seu coração augusto e misericordiosa parte a fonte da luz e da vida, da harmonia e da paz para todos os corações. Que Ele vos abençoe.
Emmanuel
(Pedro Leopoldo, 17 de julho de 1938)
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Reportagem sobre dízimo não é difamatória, diz juíza
A Igreja Universal do Reino de Deus teve sua queixa-crime contra o jornalista Vinícius Jorge Sassine rejeitada. A juíza Maria Umbelina Zorzetti, da 12ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de Goías, entendeu que uma reportagem de sua autoria, que envolvia o nome da instituição religiosa, publicada no jornal O Popular, não foi difamatória. Cabe recurso.
Em 31 de julho de 2007, o jornal publicou mais uma reportagem da série especial sobre religiões e a relação entre fé e dízimo. Na reportagem “Fieis dão R$ 110 milhões de dízimo por ano”, o jornalista, valendo-se de dados da Fundação Getúlio Vargas e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, escreveu que entendia porque poucos fiéis da Universal poderiam doar cem reais. LEIA MAIS
Em 31 de julho de 2007, o jornal publicou mais uma reportagem da série especial sobre religiões e a relação entre fé e dízimo. Na reportagem “Fieis dão R$ 110 milhões de dízimo por ano”, o jornalista, valendo-se de dados da Fundação Getúlio Vargas e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, escreveu que entendia porque poucos fiéis da Universal poderiam doar cem reais. LEIA MAIS
domingo, 13 de fevereiro de 2011
A reencarnação está mais do que provada
A reencarnação não é uma invenção do Espiritismo. Todos os espíritos criados por Deus estão submetidos a ela, como lei natural. Entre os judeus, a crença da reencarnação era geral. Textos do Velho e do Novo Testamento aludem à reencarnação com o nome de ressurreição. A reencarnação, segundo a Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec, é à volta do espírito a um novo corpo que nada tem a ver com o anterior. Leia mais
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